O Inter não zera a conta

Pior do que tá não fica e não adianta trocar o pneu com o carro andando. Então o Roth fica. O Inter mostrou hoje, no segundo tempo do jogo contra o Atlético Mineiro, que tem peças para sair, assim como o Cruzeiro, da desconfortável posição que ocupa no Campeonato Brasileiro/2016.

O Roth, cabeçudo, como todos sabem, se viu na obrigação de montar um time, embora insista que o Ânderson deva fazer parte do elenco.

Ele só precisa entender que o Seitas e o Nico são fundamentais e que o Sasha não tem condições de titularidade.

Por fim um recado pro Celso: Ninguém esquece que você deixava o Ronaldinho Gaucho na reserva quando treinou o Grêmio achando que ele não cabia no teu time.

O teu time ideal é aquele que a torcida entende que seja o melhor não o que você julgue que é.

Ainda não vamos zerar a conta, continuamos na disputa.

Boa Noite!

A convicção e a pena de morte

Vi com certa perplexidade o espetáculo midiático preparado pelo procurador do Ministério Público Federal do Paraná para denunciar o ex-presidente Lula, que como os demais do alto e baixo clero não é nenhum santo. Agora, Power Point para uma denúncia não pega bem para a Justiça, é forçar a espetacularização. Não reforça o argumento e faz despencar a credibilidade. Sem falar no risco de apresentar erros na tela como gove()nabilidade e não governabilidade como apareceu em rede nacional. 

O procurador ao afirmar que não tem certeza mas sim convicção, reacende uma velha discussão sobre a pena de morte. Se na Justiça tem gente que condena só pela convicção o que um cidadão pode esperar como pena? 

A Justiça não taí para julgar concurso de miss e não precisa montar um cenário com passarela para acusar alguém. Uma pena, o Ministério Público não merece pagar mais este mico. O outro foi do Marx e Hegel, também para incriminar a mesma pessoa.

O jeito magazine de parcelar salários

Primeiro era culpa da arrecadação do Estado que andava baixa demais, afinal, o contribuinte que votou no Sartori precisava fazer a sua parte, pagar mais impostos e levar o resto junto. Aí, quando o projeto foi a votação na Assembleia faltava um gol decisivo e o Jardel, sempre o matador, decidiu o jogo a favor do governo com um tiro de misericórdia no povo, não daquele povo que votou no projeto de governo que aí está.

Aí os salários continuaram parcelados porque veio a choradeira de que o Governo Federal era cruel ao reter a arrecadação para pagamento de uma divida com a uniao, prejuducando o velho Rio Grande. Então o Governo Federal, diga-se de passagem, o Temer, negociou uma trégua para que toda a arrecadação não fosse mais parar nos cofres de Brasília e todo o dinheiro ficou na caixa forte dos gaúchos, reparando, por um tempo, um problema de renegociação de dívida criado no governo Brito do mesmo partido do Temer e do Sartori.

Mesmo assim salários continuam parcelados e na bula do extrato bancário o receituário vem a conta gotas.

A grande rede de lojas Piratini continua com sua liquidação total, torra os servidores e parcela seu salário em suaves prestações até acabar o estoque. Enfim, é o complexo magazine de governar que começou com uma promoção de pisos da Tumelero.