Epa! Cadê a UPA?

No Brasil dos panelistas e dos trouxas que se vestiram de arlequim:

Nove unidades de pronto atendimento (UPAs), que deveriam estar abertas 24 horas por dia, permanecem de portas fechadas no Rio Grande do Sul.

Outras seis das 13 em fase de construção estão com obras paralisadas.

As prefeituras dizem que não tem recursos suficientes para fazer a manutenção das unidades.
O custo de manutenção deveria ser dividido, com 50% pago pela União, 25% pelo Estado e 25% pela prefeitura.

Mas a Federação dos Municípios diz que os prefeitos são responsáveis por cerca de 60% das despesas de cada UPA. Assim a matemática não fecha.

É a cara de um país que muito sabe gastar e nada em administrar, com o foco de ferrar o povo.

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