Epa! Cadê a UPA?

No Brasil dos panelistas e dos trouxas que se vestiram de arlequim:

Nove unidades de pronto atendimento (UPAs), que deveriam estar abertas 24 horas por dia, permanecem de portas fechadas no Rio Grande do Sul.

Outras seis das 13 em fase de construção estão com obras paralisadas.

As prefeituras dizem que não tem recursos suficientes para fazer a manutenção das unidades.
O custo de manutenção deveria ser dividido, com 50% pago pela União, 25% pelo Estado e 25% pela prefeitura.

Mas a Federação dos Municípios diz que os prefeitos são responsáveis por cerca de 60% das despesas de cada UPA. Assim a matemática não fecha.

É a cara de um país que muito sabe gastar e nada em administrar, com o foco de ferrar o povo.

Bons antecedentes desprezados na troca de favores

 

Não escapa ninguém, todos têm culpa no cartório, ou melhor, na Justiça, na Polícia Federal, em casa ou no quintal de casa. Nomeia-se ministro e lá vem uma extensa ficha corrida.

A ministra indicada para a pasta do trabalho, Cristiane Brasil, explora seu motorista e empregados domésticos, não paga os encargos trabalhistas e ainda por cima não cumpre decisão judicial.

O substituto dela na Câmara dos Deputados, Nelson Nahim do Rio de Janeiro, responde a processo-crime por abuso sexual de incapazes.  Ele foi condenado a 12 anos de prisão por estupro de vulnerável, coação no curso do processo e exploração sexual de adolescentes no caso que ficou conhecido como “Meninas de Guarus”. Saiu da cadeia em outubro passado para virar deputado.

O ministro Eliseu Padilha da Casa Civil é outro com extensa ficha corrida por exploração de trabalho escravo em suas fazendas e problemas de ocupação ilegal de áreas para exploração imobiliária e a pratica de negócios obscuros ou para pegar leve, falta decoro.

Outro ministro, Moreira Franco, que comanda a Secretaria-Geral da presidência da República, foi citado dezenas de vezes em delações oficiais dos executivos da empreiteira Odebrecht na Operação |lava Jato, passou a ter foro privilegiado e só pode ser eventualmente julgado pelo Supremo Tribunal Federal.

O presidente da República Michel Temer, responde a dois processos-crime por corrupção e por integrar organização criminosa no STF e continua no Palácio do Planalto. Articulou o golpe contra a ex-presidente Dilma Roussef com o apoio de deputados, senadores, empresários, correntes do Judiciário, mídia entre outros, para manterem seus privilégios e imunes aos crimes que praticam.

Do outro lado da rua de Brasília, senadores, atolados na corrupção e desvios de verbas públicas. Na Câmara, deputados negociam volumosos recursos em troca de votos para uma reforma que, pelo o que eu vejo na propaganda da TV não vai mudar em nada a vida do brasileiro. Então, para que reforma e os bilhões, sim, bilhões de reais para a compra de votos e publicidade se o próprio governo diz que nada vai mudar?

Ah e tem o Gilmar, e também tem o diretor do Departamento e Trânsito – Detran, de Minas Gerais, um cidadão de nome César Augusto Monteiro Alves Junior, com 120 pontos na carteira e que continua no cargo.

No Brasil a ficha suja não é mais pré-requisito para ocupar cargo político. No Brasil os vigaristas ocupam gabinetes enquanto a ética, a moral e uma coisa chamada honestidade ficam em casa para se proteger da bandidagem. Que que eu vou dizer para os meus netos…

A corrupção não muda, mudam os criminosos

As formas de divisão setorial e hierárquica da administração pública surgiram na Grécia, mas foi na Roma antiga que teve ela teve um caso com a corrupção, criou raízes, dependência e proliferou.

Raízes da corrupção

A corrupção tornou-se um modismo ao ponto de ser uma prática já natural adotada por quem precisasse do serviço público. Os romanos tinham uma tabela de preços dos serviços sujeitos à corrupção.

A corrupção na sociedade portuguesa, nos tempos do Brasil Colônia, se fez presente em todos os níveis. Os chamados “amigos do rei” não faziam nada de útil, mas em troca de favores, ganhavam títulos e terras.

Aos militares cabiam prender os criminosos, mas ao contrário, encabeçavam, ao lado da elite imperial, a lista da corrupção que ia do campo à cidade, exigindo dízimos sobre tudo o que era produzido pelos agricultore, ou até mesmo para desfrutar de uma simples folga, o soldado ou o servidor subornavam o diretor.

Escrevo só para lembrá-lo do Brasil de hoje, em que o modelo de corrupção pode ser lido na sua mais pura definição. Sem alterações. Depende como você quer interpretá-lo.

A vida alheia passada a limpo na mesa do bar

Encontro no Gambrinus, tradicoinal ponto de encontro no Mercado Público, o Zé Adão Figueiredo. Procurador do Municipio de Porto Alegre, destes que se aposentam cedo, passa tardes, nem todas, na mesa do bar, descrevendo o ambiente publicando-as em pocket. Como este – Crônicas de Bar 3 – que me alcançou.

Adão1

Detalhe, onde o personagem é encrecna , a ilustração é de um cristão qualquer.

Adão2

Quando o personagem sai no lucro, a ilustração é a cara do Zé Adão.Adão3

Abração Zé Adão, que tem no DNA os três elementos de Lavras do Sul. sucesso na produção independente.

Abraço na Luana.

A reintegração de posse da árvore de Natal

 

Estava tudo no seu lugar, a árvore erguida no canto da sala, aquele que todos visualizam quando descem a escadaria em direção a cozinha. Bolas coloridas, lamparinas, enfeites da liquidação do Natal passado, mas ainda sem uso, portanto, novos. Não tinha chumaço de algodão porque com o calor de 40 graus ficaria ridículo por neve no pinheirinho. O presépio completo, sem os reis magos que só virão no janeiro, andam resolvendo questões políticas envolvendo o Tramp e o Oriente Médio. Recém eu havia instalado as luzinhas, prontas para serem testadas quando algo fora do contexto quebrou a harmonia do ambiente. No galho mais alto, disputando espaço com a estrela de Belém, havia um pássaro marrom. Um sabiá com ar de arrogante tomou posse da árvore que tanto trabalho deu para chegar ali. Desde a longa fila no Black Friday para aproveitar o desconto, fazer com que ela coubesse no carro, até o quebra cabeça para juntar todas as peças e montá-la de acordo com as instruções. Esta ousadia não sairia barato.
 
Gentilmente o convidei a retornar ao bosque dos fundos, de onde ele veio, negociei até um aumento na porção de alimentos que eles recebem todas as manhãs, eles que eu me refiro inclui a familia do sabia, parentes e amigos.Ele me pareceu irredutivel e na primeira tentativa não houve acordo. Para piorar as coisas, numa visível manobra de pura provocação, talvez pra me tirar do sério, desceu dois galhos e se posicionou na parte de trás da árvore, com as costas protegidas pela parede. Ele foi estratégico, o que me deixou mais irritado, pois até aí o etrategista era eu, armado de argumentos sensíveis, utilizando a emoção e a boa intenção, até então. Ele, o sabiá, sabia que nhão haveria qualquer possibilidade de um ataque pelas costas já que a parede o protegeria. Se houvesse combate, o que estava se tornando quase que uma evidência, os ataques aéreos e por terra viriam pelos flancos ou quando muito pela frente. Isto foi um aviso de resistência e e um claro sinal de que haveria luta de posse e reintegração.
 
Como sou contra a violência e qualquer tipo de uso da força, comecei com um alerta. Uma sacudidela na árvore como forma de deixá-lo ciente sobre as consequências desta sua atitude impensada. A segunda tentativa foi um pouco mais desastrada, a árvore vergou e só não foi ao chão porque um balcão, modelo cômoda, amparou o peso e evitou o início da destruição. O sabiá bateu asas, mas não voou. Senti que ele estava em apuros, e abria-se aí a munha grande oportunidade de acabar com a teimosia sabiá ficou enroscado porque bateu as asas e não voou. Senti que ali estava a grande oportunidade para acadeste obstinado invasor, antes que ele acabasse com o meu Natal.
 
Mas como nem toda a luta é fácil, ele resolveu complicar a situação e se embenhou ainda mais na mata, digo, no pinheirinho. Sorrateiramente aquele monte de pena voadora foi se aninhando, tornando-se impossível arrancá-lo a força sem destruir parte da sala, a árvore e todos os acessórios.
 
Impotente e sem alternativas parti para estratégias menos rudimentares como cbo de vassoura, havaianas ou bodoque. Fui logo colocando em ação o pelotão de choque. Conectei as luzinhas na tomada, torcendo para que funcionassem, e cerquei a área, aí sim com uma vassoura, um rodo e meus dois cachorros. Não haveria escapatória, seria o ataque final, já prevendo baixas. Quando as luzinhas piscaram feito pirilampos, tal qual mísseis avançando na direção do inimigo, o “sem árvore” ergueu a cabeça e num impulso, como um raio, desocupou o território, deixando para trás parte da sua farda de combate, o que de certo modo valorizou a luta. Esfarrapado e depenado, fez um pouso forçado no caramanchão, ajeitou o fardamento e desapareceu.
 
Juntei as penas como troféu e recoloquei a árvore no seu lugar, fechei a janela para evitar um possível retorno, quem sabe em marcha, acompanhado de comparsas para um contrataque de cinema.
 
Peguei o chimarrão e fui matear com o menino Jesus que estava agitado, assustado com o que se passou sobre seu berço. Foi aí que notei que só sobrou ele. O presépio ficou em pandarecos, eu e o resto em frangalhos.

O Brasil de Catilinas

As Catilinárias são uma série de quatro discursos célebres do romano Marco Túlio Cícero, pronunciados em 63 a.C. Mesmo passados mais de dois mil anos, ainda hoje são repetidas as sentenças acusatórias de Cícero contra Catilina, declaradas em pleno senado romano.

Aí vai um desafio para possamos adaptar o discurso aos temos de hoje. Se fosse para substituir o nome Catilina, quem você colocaria?

Até quando, Catilina, abusarás da nossa paciência?
Por quanto tempo a tua loucura há de zombar de nós?
A que extremos se há de precipitar a tua desenfreada audácia?
Nem a guarda do Palatino,
nem a ronda noturna da cidade,
nem o temor do povo,
nem a afluência de todos os homens de bem,
nem este local tão bem protegido para a reunião do Senado,
nem a expressão do voto destas pessoas, nada disto conseguiu perturbar-te?
Não te dás conta que os teus planos foram descobertos?
Não vês que a tua conspiração a têm já dominada todos estes que a conhecem?
Quem, dentre nós, pensas tu que ignora o que fizeste na noite passada e na precedente, onde estiveste, com quem te encontraste, que decisão tomaste?
Oh tempos, oh costumes!

#SAGAZ – A MULHER DO VOO DO JUCÁ

Você já imaginou, alguém que se sente dono do mundo, campeão das mutretas, craque em desvios, doutor em corrupção, chefe de quadrilha de uma das muitas facções que ocupa o governo de um país, ser abordado por uma “pirralha”, ao entrar num avião, rumando para um voo internacional para se encontrar com o presidente da China?

Foi o que sentiu na pele o senador “Caju”, codinome que Romero Jucá recebeu da empreiteira Odebrecht por se tratar de um dos maiores corruptos do Brasil, ao ver uma senhora, armada com uma camera e uma serie de questionamentos para um esclarecimento ao vivo nas redes sociais.

Aí o camarada empurra a mala, que sabe-se lá o que tem dentro dela, e ao se acomodar no assento do corredor ouve uma voz feminina se aproximado com um recado nada amistoso para um político que se acha intocável e popular:

“Romero? Excelentíssimo senador, tudo bem? Gente, o Romero Jucá, do grande acordo nacional, com Supremo e com tudo!” 

https://www.youtube.com/watch?v=yIH64QRcAOk

Era a blumenauense Rúbia Sagaz (ela tem face), de 33 anos, que abordou na noite da última quinta-feira (3011), o senador Jucá do PMDB de Roraima, durante voo Brasilia São Paulo.

É uma assistente social que lavou a alma, axilas e o resto, como ela mesma diz, ao confrontar o senador. Quase levou um tabefe dele, mesmo assim, manteve o pulso firme amparando um celular, registrando a conversa cara a cara.

A atitude acima de tudo um ato de coragem pela pátria. Enquanto a grande maioria do poder rouba em nome da pátria, uma mulher, sozinha, tomada de um senso de moral intenso, tem a bravura de representar todos aqueles que calam diante de tanta podridão que fede pelos corredores da nação.

Ainda ouvi numa radio gaucha, dois apresentadores com nomes de personagens de filmes infantis “Herry Potter e a Bela Adormecida”, de que foi um exagero o que ela fez com o senador. Ah, e ainda lembraram que o Chico Buarque foi insultado por alguns playboyzinhos num bairro nobre do Rio de Janeiro. Ora, ser insultado por coxinhas não é nenhum constrangimento, e sim um reconhecimento.

Somos todos Rúbia Sagaz, que agiu de acordo com o sobrenome. #sagaz.

O que a midia tradicional não faz

Fico feliz ao ouvir do secretário da fazenda e do procurador geral do estado que o Brasil vai virar as costas para o Rio Grande do Sul. Esta é uma noticia que deve ser comemorada embora não seja aprofundada pela mídia. Brasilia não vê futuro no Estado gaúcho. Bem provávelmente porque anda dificil vender o patrimônio público e saquear toda a grana para a união em troca de uma dívida que já foi paga. A ganância arrecadadora do governo Temer e seus aliados não encontra eco no Sul. Temer vai ter que procurar parcerias em outras terras para garantir o pagamento das suas dívidas, fruto de negociatas para se manter no poder. Há resistência dos gaúchos à roubalheira e o Palácio Piratini está de mãos amarradas.
Quando representantes oficiais do Piratini vem a público dar uma noticias destas é preciso ficar alerta. O que acontece é que a quadrilha de Brasília não está conseguindo dominar este território e ameaça os seus integrantes. É só isso?
Enfim, gostaríamos de aprofundar o debate e saber os verdadeiros motivos desta ameaça. Se dependermos dos jornalões, das grandes redes de rádio e TV não passaremos da porta de entrada. Falta ao jornalismo de hoje uma das características que marcou a história da reportagem nas últimas décadas. Mostrar o outro lado, a controvérsia. Quando se diz que a imprensa tem lado é simplesmente afirmar que se ouve apenas uma parte e se despreza outras opiniões. O povo tem falado muito pouco, com raros aparecimentos para se manifestar. A imprensa oficialisca, chapa branca, não perde o foco em reproduzir opiniões dos podres poderes e de seus inescrupulosos membros contaminados pela prática de crimes de toda a ordem. Não se diferencia mais partidos nem ideologias, todos estão na mesma vala. O discurso tem uma mesma linguagem e raramente se ouve alguem falar alguma coisa diferente. E tem mais, são sdempre os mesmos personagens, figurinhas carimbadas, procuraos pela mídia para dizerem o que bem entendem sem serem questionados.
Os formadores de opinião não problematizam. Dizem o que pensam e “o resto que me acompanhe porque eu acho que é assim e assim é que vai ser”.
No mais, a vida se resume em obedecer o discurso político, o parecer jurídico reproduzido pelas redações sem que a população entenda o suas ameaças. Se povo não é convidado a pensar fica mais fácil comunicar. Eu falo, tu me ouves, simples.
Mas existem segmentos independentes, preocupados com a formação intelectual, sócial e política de um povo. Estas mídias buscam as respostas que a sociedade questiona, como estas que esclarecem os motivos do plano de recuperação fiscal do estado, um plano de entregas e privatizações do patrimônio público aos bandoleiros. Ouça, analise e tire suas conclusões. É assim que se faz.
https://www.sul21.com.br/jornal/5-perguntas-para-josue-martins-o-que-e-o-regime-de-recuperacao-fiscal/

Declarando guerra ao ladrão de carpins

 

Agora chega, já esgotou a paciência. É muita ousadia no mesmo dia.

Coloco as roupas na máquina, entre elas três pares de meias. Depois de lavadas só restam três carpins, um de cada pé.

Carpins 1

Já estou saturado destes furtos. Eles vinham ocorrendo eventualmente, mas nunca tantos sumiram num mesmo ataque, é muita provocação. Das outras vezes relevei, mas agora a reação foi pra valer. Armado de chave de fenda, alicate e facão três listas bem afiado para o caso de encontrar alguma resistência no caminho, parti para o ataque.

Desmontei a máquina de lavar inteira, inspecionei os canos e mangueiras, depósito de flunfa da lavadora e quase mergulhei no sumidouro.

Sem encontrar uma única pista nesta minha investigação pessoal concluí que o ladrãozinho de carpins estaria por perto rindo da minha cara, zombando da minha indignação ao dependurar um pé de cada meia no varal. Claro que não eram de boa qualidade, foram arrematados num balaio no bazar na Rua Voluntários da Pátria, mas eram meus.

Carpins 2

De uma coisa eu tenho certeza, se é que existe o tal duende que rouba meias para zombar da gente ele deve ser perneta ou usar pares que não combinam. Ainda vou dar o flagrante e esclarecer a dúvida.

Da próxima vez colocarei as meias na máquina, as que sobraram, chamarei os meus dois cachorros para me ajudarem a vigiar. Estarei portando o três listras e um bodoque com bolitas de vários tamanhos. Se ele inventar de abrir a tampa da lavadora ou utilizar qualquer outro meio para acessar os carpins terá a devida recepção, vai ser o massacre da funda. Com tantas armas letais, a vitória tá no papo.

Aí vem o Fufuca

O deputado federal André Fufuca, 28 anos, assume a presidência da Câmara dos Deputados enquanto o presidente da Câmara Rodrigo Maia vai ocupar o lugar de Temer, no período em que o Temer leiloa o Brasil na China.

Fufuca é o protótipo do guri que não precisou se esforçar para correr atrás de votos, pois é herdeiro dos velhos figurões da política do Maranhão entre eles o seu pai, o Fufuca mais rodado, que é prefeito de uma cidade do interior. Nasceu no PSDB, foi para o PEN e hoje está no PP, tudo isso em menos de sete anos. É da turma do Eduardo Cunha, inclusive nem apareceu para votar, certamente contra, a cassação do seu pastor. Também entendeu que não havia  motivos para o impeachment do Temer, mas votou pelo da Dilma. Enfim, um exemplo de coxinha, mimado e bem mandado.

Pois é este grande chefe que vai comandar a reforma política do país no período em que exercerá a presidência da Câmara Federal. Meu Fuca na garagem não acreditou quando contei para ele que o futuro político da nação estava nas mãos da família. Só acreditou quando liguei o rádio e se certificou de que não se tratava de nenhuma pegadinha. Fiquei com a impressão que o “Mujiquinha”, como é carinhosamente tratado, baixou os faróis e deu um suspiro de rebaixar a suspensão. Não foi comemoração, senão teria buzinado.

Com certeza os ocupantes do mais alto escalão da nação brasileira tomaram todas as precauções para que o Fufuca não desgoverne e coloque em risco o plano em marcha. Como ele já passou pelo PEN, certamente já vem com Drive instalado com o manual de instruções incluido, é só baixar.