A melancólica pauta positiva da mídia

Confesso que pouco assisto noticiários de TV, mas quando resolvo ver, lá está o Temer, vendendo ilusões de um país perfeito. O espaço que a mídia tem reservado à pauta positiva para divulgar as falácias palacianas é de uma total melacolia, pra não dizer mediocre.

Ou alguém acredita que o Michel vai mesmo dispensar seus ministros citados na Lava Jato, ou se ele próprio vai se autoafastar quando for notificado?

Porque então blindou o Moreira Franco sabendo que ele foi citado dezena de vezes nas chamadas delações premiadas?

Vai largar de mão o Padilha, seu abre alas? Ou o Jucá e o Gedel que saíram sem arredar pé do poder e continuam influenciando os blocos da concentração à dispersão.

O Alexandre Moraes que vai comandar o Supremo para desligar a Lava Jato e livrar o poder do banho de lama maior que o da Samarco em Mariana.

Alguém duvida que muito em breve o Temer será oficializado âncora dos telejornais?

Eu não duvido mais nada.

O segundo golpe está em marcha, agora com a anuência e o domínio total da mídia. Sugerimos que a tela da TV seja em forma de xadrez.

Ladrão Cortês

Depois de ouvir vários relatos e sentir na pele o trauma de dois assaltos e me deparar no meio de um fogo cruzado na Avenida Érico Veríssimo em porto Alegre em apenas um ano, concluo que alguns integrantes do seleto grupo de ladrões, larápios e meliantes vem se mostrando altamente cortês com a clientela. Uma minoria que está se especializando em atender bem com ações sem o uso da violência e com uma certa cortesia.

Vejamos dois exemplos:

Dona Dorinha foi assaltada no estacionamento de um supermercado, lodo depois de colocar as compras no porta-malas.

Ladrão – Mantenha-se calma minha senhora, trata-se de um assalto

Dorinha – O que-que’u faço?

Ladrão – Passe a chave, a bolsa e o celular

Dorinha – Estou tremendo, nunca passei por isso antes, pega a chave o resto tá na bolsa

Ladrão – A senhora está bem?

Dorinha – Preciso tomar o meu calmante

Ladrão – Está na bolsa?

Dorinha – O rivotril

Ladrão – Um ou dois?

Dorinha – Me da o vidro todo, prefiro morrer

Ladrão – Fique calma minha senhora, nada vai lhe acontecer

Dorinha respirou fundo, colocou o comprimido na boa e bebeu da garrafinha de água do ladrão, que por ele foi alcançada

Dorinha – Moço, e as minhas compras?

Ladrão – Não posso fazer nada, assalto é assalto

Dorinha – Mas o meu neto vai ficar sem o Yakult

Ladrão – Vamos combinar o seguinte: Eu vou levar o carro para um serviço que preciso fazer, depois vou deixa-lo num lugar bem perto daqui com o Yakult do seu neto

Dorinha – Mas tem a lasanha, as pastas, as carnes e o meu creme rejuvenecedor que acabei de comprar na farmácia?

Ladrão – Tá bem, eu deixo o creme, o resto não tem negociação.

 

O segundo exemplo ocorre noutro lado da cidade horas depois, um carrão tem a frente cortada por outro carrão numa rua sem muito movimento, mas habitada pela nata da sociedade. Desce um ladrão do carro e vai avisando:

– Perdeu!!! Fique calma que não vai acontecer nada, só queremos o carro

A senhora desce, retira a criança do bebê conforto e se afasta

Ladrão – Por favor, a bolsa

Senhora – Ah, sim, costume de andar com ela dependurada

Ladrão – Valentino? Deve valer uma nota

Senhora – Mais alguma coisa? Posso ir?

Ladrão – E o celular?

Senhora – Tá no painel do carro

Ladrão – Desculpa senhora, é a crise que se agrava, não tá fácil prá ninguém. Tenha uma boa noite!

Senhora – Vou tentar

A dúvida é se os ladroes andam frequentando algum curso de MBA para melhorar o desempenho nos assaltos, aprimorando formas de gentileza com as vítimas. Certamente são profissionais que buscam um novo patamar em suas carreiras. O segredo é manter a calma e acalmar a vítima e negociar alternativas para que a vítima sinta-se segura, embora se trate de um assalto.

A criatividade chega ao poder paralelo, afinal o crime é organizado e é preciso ser ousado para ganhar mercado.

 

 

No reino da Michelândia

Pois dizem que o Temer quer usar o Gilmar Mendes pra se aproximar da Cármen Lúcia.
Gilmar é o cupido da nação e pode salvar a relação!
 
Aliás, vamos respeitar o linguajar, o Temer não vai usar, vai cooptar o Gilmar.
 
Enquanto o encontro não vem o Temer controla a ansiedade no chazinho da Marcela.
 
Quando o encontro chegar Temer vai dizer que só quer a capa da Cármen Lúcia
– Senhora Ministra, vamos direto ao assunto, eu só vim buscar sua capa emprestada.
Sim, o Temer pode até voar sem capa, mas com capa ele vira justiceiro, já que os verdadeiros justiceiros da capa preta não decolam.
 
E só pra contrariar a curadoria, o casal MMs, Marcela e Michel, está mudando a decoração do Palácio da Alvorada.
 
Marcela não gosta do vermelho nem do sofá preto, nem do Inter, nem do Flamengo
Fora tudo o que é vermelho
Fora Niemeyer
Fora Lula
Fora Dilma
FICA TEMER!
 
Modificaram até a fachada o palácio da Alvorada. Colocaram uma tela de proteção pro Michelzinho não cair do segundo andar. O filho do Jango, os netos do Sarney e do Fernando Henrique, moraram lá e nunca despencaram.
A tela é pro Michelzinho não seguir os caminhos do pai que despenca nas pesquisas.
 
Andam falando que a tela tem outra finalidade não revelada, mas eu fiquei sabendo por uma das fontes dos jardins do Alvorada e vou revelar em primeira mão:
 
É que em noites de lua cheia ela impede que o Michel saia voando por aí e se perca nas matas ou se afogue no Lago Paranoá ou se esfole no cerrado.
Já pensou o presidente esfolado no cerrado.
 
O pior é a explicação:
– Dona Marcela anda furiosa excelência?
– Não, foi apenas um escorregão numa garrafa deixada pelo Lula.
Sim, o Lula tá em todas, é o Cristo açoitado.
É tudo culpa do Lula, ele bebe e o Michel é quem se esfola.
 

STF entre a desmoralização e o entreguismo

Ao deixar o presidente do Senado e os seus pares de mesa tripudiarem de uma decisão do ministro Marco Aurélio Mello que afastava Renan Calheiros da presidência da Casa por ser réu por corrupção, o Supremo Tribunal Federal – STF, perdeu o ou a moral, tanto faz, eles que são grandes que se entendam, afinal, foi feito gato-sapato e colocou a Justiça num jogo de cabra-cega. Isso dá uma série de motivos para interpretações, entre elas que a Justiça só é cega quando lhe convém. Cada um que pense do seu jeito, mas oque os leigos aqui do outro lado pensam não tem nada a ver com os autos do processo e sim com a auto-interesse

A conclusão é a de que quem sai perdendo mesmo são os oficiais de justiça que ficam sem moral para notificar alguém a partir dos fatos de Brasília e o povo brasileiro que vê todos os seus direitos devorados pela PEC que na semana que vem será aprovada no Senado. Parabéns aos que colaboraram para que o Brasil chegasse a este ponto. Preparem seus lamentos, porque suas panelas não servem para mais nada.

O cabinho da Apple e o da maçã

Você já parou para pensar a importância do cabinho para a maçã?

Ele já brota nela, aliás, vem antes dela nascer. É o embrião, o cordão umbilical da maça e com aquele tamanhozinho faz dela grande e saborosa. É pelo cabinho que passam todas as vitaminas e sais minerais da fruta, o cabinho transporta água, muita água, é uma canalização gota a gota que não precisou de nenhum trabalho de engenharia hídrica para projetar sua função.

O cabinho acompanha a maça durante todo o seu ciclo, e mesmo depois que ela sai do galho ele fica com ela até que alguém resolve arrancá-lo com uma faca, limpar a flunfa que se forma no umbiguinho, devorando, picando ou moendo o seu conteúdo num liquidificador.

O cabinho é fiel à fruta e não fosse ele a lei da gravitação não teria sido formulada por Newton pois a maçã não teria despencado na hora certa na cabeça certa, o que seria um desastre para a física.

O cabinho, no entanto, não pode ser imitado. Steve Jobs que criou a Apple e não conseguiu (?) dar qualidade ao assessório que alimenta o aparelho. O carregador da bateria do telefone é um equivoco da industria eletrônica. Precisa ser trocado a cada seis meses, talvez nem chegue a tanto, a um preço de mais ou menos dez por cento do valor do telefone. Se a Apple acertou na qualidade da maça, errou no cabinho. Ou o equivoco é proposital?

 

Memórias de um guri letrado na Cartilha do Guri

As tardes na infância eram longas, os dias eram intermináveis, as semanas demoravam meses, os meses em anos e os anos pareciam séculos que não acabavam mais. A transição no calendário era demorada, a folhinha das datas custava cair. O outono era outono, inverno era inverno de verdade, a primavera tinha jardins imensos nos canteiros da frente ou ao longo do patio das casas, formando corredores que iam da porta de entrada ao portão da estrada.

A grade mesa de madeira nobre, um angico ou talvez um louro ou grápia, ocupava maior parte da varanda, rodeada com cadeiras de palha de junco, ou de balanço, de vime trançada, que rangia conforme o peso de quem nela se acomodasse para uma cesta depois do almoço.

As tardes de segunda e de terça eram preguiçosas e mormacentas. O ar parado concentrava de forma, ás vezes irritante, o canto das cigarras nas cerejeiras, num zunido ensurdecedor. A vaca mugia no pasto chamando a cria para aproveitar a sombra de um cinamomo e se proteger do sol que castigava várzeas e coxilhas. O calor que evaporava da terra formava uma espécie de labareda por onde cruzavam formigas cortadeiras que levavam para um ninho próximo as folhas de uma grande roseira branca que se erguera na coluna de madeira e se debruçara de um lado ao outro do oitão da casa.

Debaixo de um pé de plátano as galinhas e os galos descansavam acomodados no vão das raízes enquanto as ninhadas de pintos de duas ou três semanas caçavam insetos num tapete de avencas esparramadas no barranco perto do rio. A água corrente e barulhenta do lajeado de pedras era um convite a não fazer nada.

O lanche da tarde era uma fatia de pão de trigo ou de milho,queijo,salame, um naco de doce de pera e limonada. Biscoito de manteiga e bolachas cobertas de glacê, salpicados com açucar colorido eram reservados para as visitas.

Na cabeceira da mesa a varanda, um menino de suspensórios e cabelo cortado ao estilo cadete tentava concertar a capa solta da Cartilha do Guri. Usava o pegajoso âmbar recém extraído do tronco de uma ameixeira para colar as partes que se soltaram. Era uma cola natural e eficiente também para selar envelopes de cartas.

As 54 páginas da publicação das edições Tabajara de 1962 eram intermináveis e um grande desafio para quem estava iniciando nas letras. Era pela cartilha que se transitava entre as hipóteses de escrita pré-silábica, silábica e, com muito custo, mal se chegava ao nível silábico alfabético. Era um ano inteiro tentando entender o que se passava naquelas folhas escritas, pontuadas e desenhadas. Escrever bola e bota era uma enorme dificuldade. Como que dois objetos diferentes tinham escritas tão iguais?

Pato e pote então era um martírio, mas ficava mais fácil entender quando se associava que o pato come no pote. Estas comparações, no entanto,não serviam para boi e formiguinha. O boi enorme tinha só três letras e a formiguinha era uma carreirinha sem fim. Ficava mais fácil aprender que a palavra era compridinha quando se cantava – a formiguinha vai na carreirinha levar comidinha pra sua filhinha –

Calculo que os professores e pesquisadores da escrita aprovariam esta musiquinha da formiguinha no processo de alfabetização guris e gurias preguiçosos em sala de aula. Também era uma forma de despistar as tardes de sono em cima da cartilha e do caderno sobre a mesa na varanda do casarão de madeira onde nenhuma brisa soprava para refrescar a memória ou acender os ânimos da pobre criança que suava para aprender o bê-a-bá.

As mães e as tias mais velhas, pouco letradas tentavam dar uma forcinha e soletravam letra por letra em voz baixa até formarem uma palavra. Assim, Olavo era desmembrado em: O – l – a – v – o, que virava: Oooola-vo, pra finalmente se unir numa só, e Olavo virava motivo de orgulho para quem pronunciava por inteiro. As frases formadas por meia dúzia de artigos e palavras eram tão demoradas para serem decifradas que quando chegasse à última, a pessoa já tinha se esquecido da primeira. Dava tempo de correr para tomar um banho no rio e voltar.

Se havia dificuldade em aprender a ler e a escrever com tanta coisa a observar ao nosso redor, tínhamos ao menos, a convicção e a certeza que as flâmulas na parede da sala pertenciam ao Internacional, o Palmeiras e o Vasco da Gama os times de coração do meu pai. E no alto da porta da varanda uma faixa bordada em tecido anunciava que “Nesta casa mora um casal feliz”. Não se sabia o significado das letras, nem se elas estavam em ordem dentro da frase, o importante é que todos pronunciavam o que estava escrito com a maior perfeição do mundo.

Só resta agradecer as professoras Lia de português e Rita de matemática e pra não esquecer repetir a máxima de criança que não gostava da escola e fazia rima pra passar o tempo:

“Se lia na aula da Lia e se irrita na aula da Rita”.

Muito obrigado às duas que marcaram a infância de guris e gurias em cima de cartilhas e de cadernos pautados e quadriculados. Vocês foram nossos guias.

Inter busca titulo inédito

É muita teimosia por metro quadrado. O seu Roth veio para buscar um titulo inédito para o internacional, mas acho que ele não terá esta competência toda. Enfim, não ter plantel é uma coisa, não saber escalar é outra. O consolo dos colorados é que temos o Ânderson, especialista em série B.

Boa viagem pelos gramados brasileiros nunca antes pisados, pelo Campeão de Tudo. Piffero, te iguale ao rival e busque este tão sonhado titulo que falta para o clube, porque entendemos que, na tua avaliação, este é mais fácil de buscar, se não cruzar com o Mazembe é claro. .

Vá se seja feliz com o teu amado técnico e o teu amado atleta do coração.

O torcedor fez a sua parte, mas vocês estragaram tudo.

Parabéns!

Faculdade de Educação da UFRGS ocupada

No final da manhã desta segunda-feira (31/10) após assembleia no pátio da Faculdade de Educação da Ufrgs, estudantes decidiram ocupar o prédio da Faced em protesto contra a reforma do ensino médio que, grosso modo, vem para preparar o aluno para o mercado de trabalho deixando de lado os temas e conteúdos necessários a formação cidadã, um retrocesso que, mais ou menos, remete ao tempo das Capitanias Hereditárias

faced-ocupada

O movimento estudantil ocupa mais de mil estabelecimentos de ensino em todo o Brasil – Escolas e Universidades (dados do jornal hoje da Rede Globo em 26/10), o que fez alterar, inclusive, os locais de votação nas cidades que tiveram segundo turno nas eleições de ontem.

Com a ocupação da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Campus Centro,  sobe para dois o número de prédios ocupados na Ufrgs, o outro é o Instituto de Letras no Campus Vale.

Esta ocupação, no entanto, deve demonstrar toda a resistência estudantil para as questões que envolvem a educação, afinal nos dois prédios ocupados passam futuros educadores que se mobilizam cedo para evitar o retrocesso que se avizinha. Mas é importante lembrar o que me parece ser o desejo dos estudantes, que para o movimento de luta ganhar apoio dentro da Universidade, deve se manter fiel à pauta e manter o foco na comunidade acadêmica, não permitindo que qualquer tipo de partidarização ou ideologia politica se instale no movimento. Caso contrario cai o conceito.

Memórias da copa de 70 e a despedida do capitão

Assisti a copa do mundo de 1970 numa TV preto e branco. Era uma Admiral instalada sobre uma prancha de madeira no alto da parede do bar do Renato que ficava no centro da cidade de Colorado no planalto gaúcho.

O sinal da TV era ruim, tinha “chuvisco” e vez que outra, conforme batia o vento minuano do inverno de julho, a antena saia do lugar e era preciso redirecioná-la para a outra antena, a da repetidora, que ficava no alto da torre da igreja.

Para dar uma melhorada na imagem emoor emoção na tela, colocavam-se tiras de papel celofane verde e amarelo o que dava a impressão de uma imagem colorida. Era um verdadeiro avanço, uma tecnologia de vanguarda que se comprava na livraria.

O escrete brasileiro entrava em campo e toda a gurizada se acomodava nas cadeiras de palha do bar e no mais profundo silencio acompanhava a narração do Geraldo José de Almeida. Em campo desfilavam Pelé, Félix, Tostão, Jairzinho, Gerson, Rivelino, Edu, Fontana, Clodoaldo, Piazza e o capitão Carlos Alberto Torres enfrentando figuras lendárias como peruano Cubillas, o uruguaio Mazurkiewicz, alemães como Gerd Müller e Beckenbauer ou ainda Mazzola e Boninsegna da Itália, Bobby Charlton da Inglaterra entre outros.

Na final contra a Itália o Pelé serviu o capitão Carlos Alberto que selou a vitória de 4 a 1, conquistando o tricampeonato mundial de futebol dando um alivio à tensão dos brasileiros. É que omoais vivia sob o regime de exceção dos militares comandados pelo presidente Garrastazu Médici, gaúcho de Bagé, que antes da copa fez com que o técnico João Saldanha, outro gaúcho, mas de Alegrete deixasse o comando da seleção. Médici queria que Saldanha convocasse Dario para a copa do México, mas Saldanha não aceitou, desobedeceu a ordem do general e foi demitido, cedendo o seu lugar ao Zagalo. Coberto de razão João Saldanha desabafou: “O general nunca me ouviu quando escalou o seu Ministério, por que, diabos, teria eu que ouvi-lo agora?”

Mas o time base do Saldanha foi quem trouxe a copa do mundo para o Brasil, e nele estava Carlos Alberto Torres. É mais uma lenda que tomba, como tantas outras do nosso futebol. A seleção de São Pedro recebe um grande reforço. Se ele foi cedo é sinal que o elenco lá de cima precisava de um comandante e o “capita” embarcou para sempre.

Reservas de luxo

A vitória por 2 a 0 contra o Santos na noite desta quarta-feira no Beira-Rio teve um destaque que quase passa despercebido, o retorno do lateral Jefferson que, com atuações irregulares, ficou um bom tempo de molho na reserva.

Laterais como Ceará e Jefferson e uma zaga que tem Alan Costa, Ernando e Eduardo Henrique mais um guardião chamado Danilo Fernandes, pode se afirmar que a meta está bem protegida especialidade do técnico Celso Roth adepto ao modelo “retranquinha amiga”.

Trata-se de feras dotadas das armas necessárias para abater qualquer presa, seja um peixe no fundo do rio ou um azulão que se  arrisca num vôo kamikaze.