#SAGAZ – A MULHER DO VOO DO JUCÁ

Você já imaginou, alguém que se sente dono do mundo, campeão das mutretas, craque em desvios, doutor em corrupção, chefe de quadrilha de uma das muitas facções que ocupa o governo de um país, ser abordado por uma “pirralha”, ao entrar num avião, rumando para um voo internacional para se encontrar com o presidente da China?

Foi o que sentiu na pele o senador “Caju”, codinome que Romero Jucá recebeu da empreiteira Odebrecht por se tratar de um dos maiores corruptos do Brasil, ao ver uma senhora, armada com uma camera e uma serie de questionamentos para um esclarecimento ao vivo nas redes sociais.

Aí o camarada empurra a mala, que sabe-se lá o que tem dentro dela, e ao se acomodar no assento do corredor ouve uma voz feminina se aproximado com um recado nada amistoso para um político que se acha intocável e popular:

“Romero? Excelentíssimo senador, tudo bem? Gente, o Romero Jucá, do grande acordo nacional, com Supremo e com tudo!” 

https://www.youtube.com/watch?v=yIH64QRcAOk

Era a blumenauense Rúbia Sagaz (ela tem face), de 33 anos, que abordou na noite da última quinta-feira (3011), o senador Jucá do PMDB de Roraima, durante voo Brasilia São Paulo.

É uma assistente social que lavou a alma, axilas e o resto, como ela mesma diz, ao confrontar o senador. Quase levou um tabefe dele, mesmo assim, manteve o pulso firme amparando um celular, registrando a conversa cara a cara.

A atitude acima de tudo um ato de coragem pela pátria. Enquanto a grande maioria do poder rouba em nome da pátria, uma mulher, sozinha, tomada de um senso de moral intenso, tem a bravura de representar todos aqueles que calam diante de tanta podridão que fede pelos corredores da nação.

Ainda ouvi numa radio gaucha, dois apresentadores com nomes de personagens de filmes infantis “Herry Potter e a Bela Adormecida”, de que foi um exagero o que ela fez com o senador. Ah, e ainda lembraram que o Chico Buarque foi insultado por alguns playboyzinhos num bairro nobre do Rio de Janeiro. Ora, ser insultado por coxinhas não é nenhum constrangimento, e sim um reconhecimento.

Somos todos Rúbia Sagaz, que agiu de acordo com o sobrenome. #sagaz.

O que a midia tradicional não faz

Fico feliz ao ouvir do secretário da fazenda e do procurador geral do estado que o Brasil vai virar as costas para o Rio Grande do Sul. Esta é uma noticia que deve ser comemorada embora não seja aprofundada pela mídia. Brasilia não vê futuro no Estado gaúcho. Bem provávelmente porque anda dificil vender o patrimônio público e saquear toda a grana para a união em troca de uma dívida que já foi paga. A ganância arrecadadora do governo Temer e seus aliados não encontra eco no Sul. Temer vai ter que procurar parcerias em outras terras para garantir o pagamento das suas dívidas, fruto de negociatas para se manter no poder. Há resistência dos gaúchos à roubalheira e o Palácio Piratini está de mãos amarradas.
Quando representantes oficiais do Piratini vem a público dar uma noticias destas é preciso ficar alerta. O que acontece é que a quadrilha de Brasília não está conseguindo dominar este território e ameaça os seus integrantes. É só isso?
Enfim, gostaríamos de aprofundar o debate e saber os verdadeiros motivos desta ameaça. Se dependermos dos jornalões, das grandes redes de rádio e TV não passaremos da porta de entrada. Falta ao jornalismo de hoje uma das características que marcou a história da reportagem nas últimas décadas. Mostrar o outro lado, a controvérsia. Quando se diz que a imprensa tem lado é simplesmente afirmar que se ouve apenas uma parte e se despreza outras opiniões. O povo tem falado muito pouco, com raros aparecimentos para se manifestar. A imprensa oficialisca, chapa branca, não perde o foco em reproduzir opiniões dos podres poderes e de seus inescrupulosos membros contaminados pela prática de crimes de toda a ordem. Não se diferencia mais partidos nem ideologias, todos estão na mesma vala. O discurso tem uma mesma linguagem e raramente se ouve alguem falar alguma coisa diferente. E tem mais, são sdempre os mesmos personagens, figurinhas carimbadas, procuraos pela mídia para dizerem o que bem entendem sem serem questionados.
Os formadores de opinião não problematizam. Dizem o que pensam e “o resto que me acompanhe porque eu acho que é assim e assim é que vai ser”.
No mais, a vida se resume em obedecer o discurso político, o parecer jurídico reproduzido pelas redações sem que a população entenda o suas ameaças. Se povo não é convidado a pensar fica mais fácil comunicar. Eu falo, tu me ouves, simples.
Mas existem segmentos independentes, preocupados com a formação intelectual, sócial e política de um povo. Estas mídias buscam as respostas que a sociedade questiona, como estas que esclarecem os motivos do plano de recuperação fiscal do estado, um plano de entregas e privatizações do patrimônio público aos bandoleiros. Ouça, analise e tire suas conclusões. É assim que se faz.
https://www.sul21.com.br/jornal/5-perguntas-para-josue-martins-o-que-e-o-regime-de-recuperacao-fiscal/

O público e o privado viram jogo na visão dos pequenos

Na Feira do Livro de Porto Alegre o jogo é aberto com lançamento do livro “Boquinha Livre”. Nesta quinta, dia 9 a partir das 14h30min na Praça da Alfândega.

Boquinha

A diferença entre o público e o privado é tema de um jogo criado por um grupo de crianças em situação risco. Quem tiver curiosidade em saber como funciona vai ter a oportunidade de ver e jogar na Feira do Livro de Porto Alegre, no dia nove de novembro no Espaço do Conhecimento da Petrobras, na Praça da Alfândega. De quebra pode sair com o livro, que explica a sua função social e de como foi pensado, devidamente autografado pelos chamados “Boquinhas”.

O projeto Boquinha, do qual as crianças participam, existe desde 2003. A ideia de trabalhar o público e o privado com as crianças nasceu a partir do Fórum Internacional do Software Livre de 2017. O tema “Comunicação e Informação Aberta para a Sociedade” gerou a pergunta, “O que é público e privado?” para discutir e trabalhar o que é comunicação aberta com as crianças.

A partir do tema gerado ou pauta, “começamos a trabalhar a ideia que vai para as páginas do Boquinha do Jornal Boca de Rua”, explica Margareth Rossal, coordenadora do projeto e autora da obra. O projeto, que funciona uma vez por semana num espaço cedido pelo Sindicato dos Petroleiros, no Bairro Cidade Baixa, passou a visitar locais para identificar as diferenças na cidade escolhida – Porto Alegre. Foram vários passeios incluindo parques, Universidade Federal, museus e uma tentativa frustrada de conhecer a TVE. Nas visitas as crianças puderam identificar as diferenças, entre elas, a facilidade de acesso e deslocamento. No final elas propuseram um jogo para explicar a outras crianças as diferenças descobertas no trabalho de campo. “Foi aí que começamos a montar o jogo de reflexão, pesquisa e imaginação Boquinha Livre”, comenta Margareth Rossal, que também relata no livro, a trajetória das crianças que passaram pelo projeto em quase quinze anos de estrada. O livro, com edição e capa de Rosana Pozzobon, recebe o apoio e parceria da Associação Software Livre -ASL, que patrocina a publicação.

Boquinha2

O lançamento do Boquinha Livre ocorre nesta quinta-feira, dia nove de novembro, às 14h30, na Feira do Livro de Porto Alegre, com sessão coletiva de autógrafos (com a presença das crianças). Os exemplares estarão disponíveis na praça de autógrafos e na banca da livraria Palmarinca na Feira do Livro.

Paralelo ao lançamento, o Jogo de Reflexão, Pesquisa e Imaginação Boquinha Livre, estará montado na Casa do Conhecimento Pedtrobrás, em frente ao Banrisul. O público poderá participar, jogando com as crianças.

Ficha Técnica:

Crianças que participam do projeto Boquinha: Alexandre Barbosa Zoli (14), Augusto Dexheimer Aldabe (13), Derik Yuri Garcia (6), Erik dos Santos Teixeira Oliveira (13), Julia Monteiro (13), Kelvin Gabriel Garcia da Silva (7), Rakeli Paz Paiva (6), Mitiziane Paz Paiva (13), Wilson Dexheimer Aldabe (14).

O projeto conta com a parceria de especialistas em educação e tecnologia como o professor Evandro Alves da Faculdade de Educação (Faced), da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs); Sofia Tesler, psicologia (Ufgrs); Carlos Castro da Associação Softwere Livre (ASL); Paulo Livi (tecnologia ASL); Sergio Mota (elétrica ASL) e do Sindicato dos Petroleiros do Rio Grande do Sul (Sindipetro), além da Rede Boquinha integrada pelas voluntárias Elaine Paz, Rosana Pozzobon e Victoria Rossal Damiani.

ALICE: Maria Margareth Lins Rossal, Cristina Pozzobon e Rosina Duarte.

As bicicletas de Colinas

 

Imagina você, antigamente, subindo um morro de bicicleta, sem marcha, numa única engrenagem, uma só roseta para alavancar o pneu traseiro pra te levar para o alto. E na descida, controlando o freio nos pedais e, se escapasse a correia viraria um tendéu.

Subir morro de mula, cavalo ou carroça puxada por bois ainda vai, mas de bicicleta, para se chegar ao topo é penitência.

Pois para contrariar qualquer cálculo da física eis que surgem as bicicletas de Colinas. Sim, uma cidadezinha encantada no vale do Taquari.

Antes de cruzar a ponte do Rio Taquari em Estrela, vindo de Porto Alegre em direção ao norte gaúcho pela BR 386, vai ver uma plaquinha com uma seta indicando que a cidade de Colinas fica logo ali.

Anda uns dez ou quinze minutos de carro, não marquei a quilometragem, mas é uma estrada boa, asfaltada, cortando plantações e vilarejos, como o do Costão, dos Chocolates da Sirlei, lugar para tomar um capuchino e saborear as delícias do cacau num ambiente aconchegante.

Mais adiante você vê uma bicicleta, sem uso, em cima de um telhadinho e pensa que alguém colocou lá pra bonito, não dá lá muita atenção, mas vê outra e em seguida mais outra.

– Que é que faz tanta magrela velha na beira da estrada?

Aquelas primeiras aparições são apenas uma mostra para o que vem depois. Entrando em Colinas é bicicleta prá todo lado e ninguém para pedalar.

Aí fui perguntar ao prefeito:

– Mas que diabos tantas bicicletas sem usuários?

– Elas foram doadas por moradores, não as usavam mais de tão velhas e viraram ponto turístico.

Sim, nelas desfilam coelhinhos na páscoa, papais-noéis no natal e viram jardins suspensos na Festa das Flores.

Mas aí a pergunta que não sossega:

– Por que tanta bicicleta em Colinas?

Pode ser que os moradores não se importam pedalar colina acima e morro abaixo.

Exagero meu, a cidade não fica lá no alto, é uma elevação, banhada pelo Rio Taquari que fica um pouquinho mais abaixo. Nenhum sofrimento para se chegar pedalando. Como recompensa você encontra uma cidade bem cuidada, limpa, conservada, com ares europeus e caramanchões públicos que fazem sombra para um mate. Nem precisei de tempo para ver que o povo é hospitaleiro. As pessoas te cumprimentam e são atenciosas quando se pede informação. Parece uma daquelas cidades em extinção, que só existem nas lendas. Não sei bem porque, mas quando eu escrevia esta crônica me veio à mente algumas cenas do filme de animação francesa – As Bicicletas de Belleville, com suas ilustrações maravilhosas.

O prefeito Sandro Herrmann e a secretária Raquel Dihl, já foram avisando que vem aí a ciclovia ligando Estrela, Colinas e Imigrante. Serão 37 quilômetros de pista lisa unindo as três cidades. Os adeptos aos passeios sobre duas rodas já podem planejar seus roteiros Tour De La Colline, por entre os vales. Sou até capaz de me aventurar, afinal, bicicleta não vai faltar, tem mais de sessenta disponíveis nos passeios públicos de Colinas e como sou zero a esquerda no pedal, tanto faz elas andarem ou ficar paradas.

 

Se for contra a Globo, compartilha. Mas não é bem assim.

Ando recebendo vídeos pelas redes sociais com mensagens contra a Rede Globo, repassados por pessoas que, sei de fonte segura, não são de direita. Mas no afã de ser contra a Globo ficam compartilhando.

Cabe lembrar duas diferenças básicas que, de cara, revelam as características de esquerda e de direita neste país, a começar pela cabeça que é o que aparece nas selfies.

As cabeças da direita têm cabelos engomados, as da esquerda, espetados.

A direita é feita num salão “Top Hair”, a esquerda em qualquer “Top Hairrível”, com placas promocionais na fachada.

Os vídeos da direita tem fundos produzidos com marcas americanas, os da esquerda, quando muito tem ao fundo uma placa da Skol. Coxinha adora Budweiser pra chamar de Bud, pobre prefere Schincariol pra chamar de Skin.

Agora, os dois tem raiva da Globo, mas não desligam do Huck. Os riquinhos pra ver como ele se veste e os pobres porque adoram uma lata velha.

Então, se você passar por um protesto contra a Globo, antes de se juntar a ele, observe algumas diferenças básicas como as palavras de ordem por exemplo.

Se for: Globo FDP; que atente a moral e bons costumes; que pedem o fechamento de museus; que condenam o nu e querem exclusividade apenas nos seus smartphones de luxo para compartilhas com amigos; que identificam pedofilia em qualquer expressão artística que tenha adultos e crianças; que acham que um homem em cima de um cavalo é zoofilia; que odeiam ser contrariados; que ameaçam de morte e pedem a volta dos militares. Cuidado ao compartilhar, esta não é a tua praia.

Agora, se a manifestação nas redes sociais é para apurar os desvios dos recursos para a atenção básica; da merenda escolar dos filhos; desvendar a composição da ração do Dória; o que tem de prejudicial no balcão de negócios do Temer; que revelem, em capítulos de novela, o verdadeiro crime da Dilma, aí você estará na sua praia, pode mergulhar de cabeça e explorar as profundezas, e compartilhe.

O casamento de Libra

Dona Libra era casada com o seu Álvares da marcenaria, vizinhos da Morgana, a cartomante que abria caminhos e desvendava os mistérios das cartas. As tábuas que oficineiro transformava em mesas e cadeiras eram plataformas para consultas da cigana que atendia em domicílio.

Morgana também arranhava no alinhamento dos planetas e cartografava mapas sobre as posições dos zodíacos. Desfez muitos namoros e casamentos em suas análises simbólicas carregadas de desconfiança e medo à vida conjugal dos nubentes.

– O Armindo não combina com a personalidade da Marlene, que não serve para o Nestor, que não ama a Ritinha como ele acha que gosta e, muito menos a Dorotéia, que se derrete para o Waldemar e acha que só falta o cavalo branco pra ele ser o seu príncipe encantado.

Assim ela ia levando no bico e arrecadando trocados dos tricôs e bordados das donzelas que gastavam suas economias nas previsões da vidente.

Libra, no entanto, nunca quis saber nas cartas, como era a sua vida com o Álvares, nem desconfiava que poderia existir algum conflito entre os signos. Se fosse pela cigana o “espelho da hora”, poderia condenar a sua vida conjugal. Mas como nunca teve curiosidade o tempo foi passando sem que a Morgana percebesse que Libra era de outubro, Álvares de escorpião.

… e viveram felizes para sempre.

 

 

 

Reforma da casa da Mãe Joana

 

Sabe aquele julgamento à revelia onde a parte citada nem é chamada, e se for, pouco adianta porque os justiceiros fazem o que bem entendem? Pois é, estamos revivendo esta fase de rebeldia dos poderes que se julgam e se protegem e decidem o que é melhor, para eles.

Uma rede de proteção contra a vontade do povo.

O que não me favorece eu condeno, eu tenho a caneta, eu tenho o poder, assim, eu mando. Já te tiraram da pauta, agora é a hora de você acabar com os privilégios, a gandaia, a revelia.

Em outubro de 2018, a reforma começa retirando os moveis antigos, já condenados pela falta de compostura. Você é o juiz, portanto, faça.

As notas vermelhas

 

Seu Boaventura, avô de Piedade, uma menina de origem portuguesa que estudava numa escola interiorana gaúcha, ele era torcedor fanático do Internacional.

Um dia quando Piedade chegou em casa, portando o boletim com as notas do semestre, levou um xingão da mãe Tereza que avisou:

– Teu pai não vai costar nada de ver tuas notas!

O avô, confidente, não sabia ler, muito menos escrever, mas era um bonachão.

Quando Piedade mostrou as notas, prevendo a bronca do pai, Pedro Bento, Boaventura contemporizou.

– Ficas tranquila miúda, teu pai é colorado e o Inter está ganhando.

 

O banco joga e a banca não banca

Se Nico Lopes (suspenso) e Camilo entrassem no time do Inter desde o inicio da partida, como a de hoje a tarde contra o Santa Cruz no Estádio Beira-Rio, os colorados podem ficar tranquilos.
Eles não formam um time misto, a não ser na cabeça do técnico; eles são titulares. O time que o Guto vem escalando é que é mesclado.

Tem banco no gramado e craque no banco.

Esta história de poupar jogadores titulares, mostra que o futebol fica em segundo plano. No momento em que o time embala para uma classificação, faltando apenas três jogos para garantis vaga na série A do ano que vem, ressurge o papo de poupar titulares. Apelam para exame de sangue para descobrir quais os jogadores que estão mais desgastados e coisa e tal.

Antigamente se dava o sangue para entrar em campo, hoje o sangue é quem escala o time.

Sendo assim, fazem poupança e investem no banco. Reservas são divisas necessárias sim e estas aplicações tem dado mais resultado do que é investido em campo.

(parêntese) Não esqueçamos do Mazembe em 2010, quando o Celso Roth poupou o time todo por semanas e foi responsável por um dos maiores vexames do futebol. (fim do parêntese e ponto final)

Por Flávio Damiani

O Wianey tinha uma bronca com o Ministério Público

Lá vai uma historinha do Wianey Carlet – O jornalismo e o cigarro sempre foram parceiros, associados. Nas antigas redações se fumava muito, não era proibido queimar tabaco. Na minha passagem como repórter pela Radio Gaucha lembro que o José Aldair apresentava o Correspondente Ipiranga com um maço de cigarros Charm na mão. Eis que certo dia criaram um fumódromo no corredor, entre a Gaucho e a Zero Hora, o que decretava o fim da liberdade do uso de tabaco, só era permitido fumar naquele micro espaço. Tempos depois fui até a RBS, já como jornalista do Ministerio Público e lá no fumódromo encontrei o Wianey que me perguntou por onde eu andava. Quando eu disse que estava no MP ele quase me jogou pela janela. É que uma ação Ministério Publico tinha proibido o cigarro em ambientes fechados e achava que a atitude da RBS e do MP estavam relacionadas. O Wianey se sentiu prejudicado e eu quase fui defenestrado.